Campeão do III Troféu Nacional de Samba
PARABÉNS TREPA E MUITAS FELICIDADES
Classificação final:
GRES TREPA COQUEIRO ( Estarreja )- 89 PONTOS
GRES BOTA NO REGO ( Sesimbra )-78 PONTOS
A.UNIDOS DO MATO GROSSO( Figueira da Foz ) -74 PONTOS
A.SOCIOS DA MANGUEIRA( Mealhada ) -62 PONTOS
A.COSTA DE PRATA( Ovar ) -47
Bateria nota10 de Mestre Ciça
Sonhar não custa nada!!
O meu sonho é tão real!!
NA CONTRAMÃO
Veja algumas fotos já disponíveis, é só clicar no link
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Entrevista a Mestre Marcelino Montenegro
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Entrtevista à Porta Bandeira Novo Império Brasil
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Entrevista ao Mestre Sala Novo Império Brasil
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História da Estação Primeira de Mangueira
Carlos Cachaça, nascido em Mangueira, nas proximidades do morro, no dia 3 de agosto de 1902, foi testemunha da primeira vez em que os mangueirenses ouviram um samba. Até então, eles cantavam e dançavam o jongo e os lundus do folclore ou os maxixes que aprendiam nas festas da igreja da Penha, numa época em que o rádio ainda não existia (a primeira emissora brasileira, a Rádio Sociedade, surgiria em 1923). No carnaval, divertiam-se dançando nos cordões e nos ranchos.
Antes da existência do Morro de Mangueira, havia também o carnaval elegante, com bailes de máscaras realizados geralmente em hotéis. A classe média , por sua vez, aderiu imediatamente ao desfile dos carros alegóricos das grandes sociedades, dividida em torcidas a favor da Tenentes do Diabo, da Democrática e da Fenianos, as mais importantes da época, todas fundadas entre 1860 e 1870. Os pobres divertiam-se nos cordões, a primeira solução encontrada pelos foliões para brincar em grupo. Seus integrantes saíam fantasiados (mascarados, palhaços, diabos, reis, rainhas e outros), em dois tipos de cordões, o de "velhos"(todos dançavam envergados, imitando velhos) e os cucumbis, em que predominava a batucada, na base de adufos, cuícas e reco-reco. O cronista João do Rio dedicou várias páginas à descrição dos cordões.
Os ranchos carnavalescos surgiram no Rio de Janeiro em 1893, sendo o primeiro deles e o Rei de Ouro, fundado pelo baiano Hilário Jovino Ferreira, no bairro da Saúde. Em pouco tempo, os ranchos espalharam-se pela cidade, ganhando logo a preferência dos foliões pela sua música sempre lírica, pela dança e por apresentar novidades como o enredo, os instrumentos de cordas e de sopro e os personagens como a porta-estandarte e o mestre-sala, sendo estes cercados nos desfiles por meninos fantasiados conhecidos como porta-machados. O rancho mais famoso da história foi o Ameno Resedá, que contava, entre os seus admiradores, com o escritor Coelho Neto.
Desde 11 de maio de 1852, quando se inaugurou nas proximidades da Quinta da Boa Vista o primeiro telégrafo aéreo do Brasil, a elevação vizinha da Quinta era conhecida como Morro dos Telégrafos. Pouco depois, foi instalada ali perto uma indústria com o nome de Fábrica de Fernando Fraga, que produzia chapéus e que, em pouco tempo, passou a ser conhecida como "fábrica das mangueiras", já que a região era uma das principais produtoras de mangas do Rio de Janeiro. Não demorou muito para que a Fábrica de Fernando Fraga mudasse para Fábrica de Chapéus Mangueira. O novo nome era tão forte que a Central do Brasil batizou de Mangueira a estação de trem inaugurada em 1889. A elevação ao lado da linha férrea também começou a ser chamada de Mangueira, enquanto o antigo nome de Telégrafos permaneceu para identificar apenas uma parte do morro. Atualmente, Telégrafos, Pindura Saia, Santo Antônio, Chalé, Faria, Buraco Quente, Curva da Cobra, Candelária e outros são pequenos núcleos populacionais que formam o complexo do Morro de Mangueira.
O morro tinha dono. Era o visconde de Niterói (Francisco de Paula Negreiros Saião Lobato), que o recebeu como presente do imperador Pedro II. Mas ele já estava morto quando os primeiros moradores instalaram os seus barracões, e outros, mais espertos, construíam moradias para alugar, como foi o caso do português Tomás Martins. Padrinho do futuro compositor e poeta Carlos Moreira de Castro, que seria imortalizado pelo apelido de Carlos Cachaça, que aos oito anos de idade vivia no morro, aponta o padrinho como o verdadeiro fundador do Morro de Mangueira, por ter sido o primeiro a explorá-lo como local de moradia. Aos dez anos, Carlos Cachaça tinha a incumbência de assinar os recibos dos aluguéis, já que o português Tomás Martins era analfabeto.
Em 1908, a prefeitura carioca decidiu reformar a Quinta da Boa Vista e, para isso, demoliu dezenas de casinhas ali construídas por soldados que serviam no 9° Regimento de Cavalaria. Com a permissão de carregar os restos da demolição para onde bem entendessem, os militares escolheram instalar-se no Morro de Mangueira. Outro fato que serviu para aumentar a população da área foi o incêndio que, em 1916, destruiu inúmeros casebres do Morro de Santo Antônio, no centro da cidade. Surgia assim em Mangueira uma comunidade de gente pobre, constituída quase que na totalidade por negros, filhos e netos de escravos, inteiramente identificada com as manifestações culturais e religiosas que caracterizavam esse segmento social e racial. Do Natal ao Dia de Reis, em 6 de janeiro, conjuntos de pastores e pastorinhas percorriam o morro entoando as suas cantorias. Os católicos construíram uma capela a Nossa Senhora da Glória, que passou a ser a padroeira do morro. O candomblé e a umbanda tinham muitos adeptos, e alguns casebres serviam de templos, sendo o principal deles o de Tia Fé (Benedita de Oliveira), uma mineira (segundo Carlos Cachaça) ou baiana (segundo o neto Sinhozinho, presidente da Estação Primeira na década de 70), que trajava diariamente de baiana, e em cuja casa realizavam-se as grandes festas de Mangueira. Em 1935, houve uma tentativa de descendentes do visconde de Niterói de despejar os moradores do morro, mas estes foram socorridos pelo prefeito Pedro Ernesto. Uma nova tentativa, em 1964, feita por um português de sobrenome Pinheiro, que dizia ter adquirido os bens da família Saião Lobato, esbarrou num decreto do governador Carlos Lacerda, desapropriando todo o Morro de Mangueira.
Nuno Batos na sede d´A Rainha

Esta quarta-feira pelas 23h na sede da escola de samba mais antiga da Figueira da Foz ( A RAINHA ), decorreu uma festa de samba com Nuno Bastos de Estarreja e alguns dos seus talentosos músicos.
Que show!! Que show!! Que show!!
Valeu Rainha pela festa, continuem.
Parabéns!
Entrevista a ANTÓNIO GUERREIRO
Membro da escola de samba Bota no Rego (Sesimbra), muito conhecido no meio sambista pelo seu fantástico blog... responde a algumas questões que penso que muitos gostariam de lhe fazer!!
Clik no link para visualizar a entrevista:
III Troféu Nacional de Samba em Estarreja

Irá então realizar-se no dia 26 de junho de 2010 em estarreja. As escolas participantes são:
Trepa de Estarreja - campeã no carnaval 2010 em estarreja;
Bota no Rego - Escola de Sesimbra convidada;
Costa de Prata - campeã no carnaval 2010 em Ovar;
Sócios da Mangueira - campeã no carnaval 2010 na Mealhada;
Unidos do Mato Grosso - Escola da Figueira da Foz convidada
Desejo simplesmente...um bom desfile!
Enredos 2011
Marquês de Sapucaí
Enredo: Roberto Carlos, a simplicidade do Rei
Carnavalesco: Comissão de Carnaval
GRANDE RIO
Enredo: "Y-Jurerê Mirim - A Encantadora Ilha das Bruxas (Um conto de Cascaes)"
Carnavalesco: Cahê Rodrigues
IMPERATRIZ
Enredo: A Imperatriz adverte: Sambar faz bem à saúde
Carnavalesco: Max Lopes
MANGUEIRA
Enredo: O filho fiel, sempre Mangueira
Carnavalesco: Mauro Quintaes e wagner Gonçalves
MOCIDADE
Enredo: Parábola dos divínos semeadores
Carnavalesco: Cid Carvalho
PORTELA
Enredo: Portela dos grandes carnavais ( Provisório )
Carnavalesco: Roberto Szaniecki
PORTO DA PEDRA
Enredo: O Sonho sempre vem pra quem Sonhar...
Carnavalesco: Paulo Menezes
SALGUEIRO
Enredo: Salgueiro apresenta, o Rio no cinema
Carnavalesco: Renato Lage
SÃO CLEMENTE
Enredo: O seu, o meu, o nosso Rio, abençoado por Deus e bonito por Natureza
Carnavalesco: Fábio Ricardo
UNIÃO DA ILHA
Enredo: O mistério da vida
Carnavalesco: Alex de Souza
UNIDOS DA TIJUCA
Enredo: Esta noite levarei sua alma
Carnavalesco: Paulo Barros
VILA ISABEL
Enredo: Indefinido
Carnavalesco: Rosa Magalhães
BEIJA FLOR 2011

A Beija-Flor definiu nesta terça-feira que o cantor Roberto Carlos será mesmo o tema do seu enredo para o Carnaval 2011. A escola de Nilópolis desfilará na Marquês de Sapucaí com o enredo "A Simplicidade do Rei".
Na última segunda-feira, os integrantes da comissão de carnaval da azul-e-branca estiveram com Roberto Carlos e seu empresário Dody Sirena, em São Paulo. Durante o encontro, o cantor mais popular do país ficou lisonjeado com a proposta da Beija-Flor.
Aproximadamente 24 horas após a reunião com Roberto Carlos, a comissão de carnaval decidiu que um enredo sobre a vida e a obra de Roberto Carlos será o melhor caminho para tentar o título do Grupo Especial.
- Ele foi encantador, uma pessoa maravilhosa e demonstrou interesse no enredo. Ficou lisonjeado com a homenagem. Além disso, é torcedor da Beija-Flor - contou Fran-Sérgio, um dos carnavalescos da Beija-Flor.
A Nestlé, fabricante de chocolates cujo garoto-propaganda é justamente Roberto Carlos, provavelmente será a patrocinadora do tema, que tem muita simpatia de Anísio Abrão David, patrono da Beija-Flor e fã do Rei.
Ainda não há data definida para a entrega da sinopse.
Retirado em SRZD Carnavalesco.
Trepa Coqueiro

Foi com muito prazer que conheci algumas pessoas fabulosas desta escola de Estarreja, através do meu amigo André Bastos, pois tive o prazer de presencear um ensaio dele no Trepa, após ter sido convidado para ir actuar como cavaquinista por esta escola no Aniversário da Charanguinha de Ovar.
Ontem, dia 29 de Abril ás 21.30h, seguimos para a sede do Trepa Coqueiro de Estarreja para o ensaio de Bateria e para o ensaio conjunto dos Interpretes com este novato cavaquinista, desculpa o termo André.
Valeu Trepa Coqueiro,
Da próxima vez eu toco no badalo para pagar a rodada a todos também!
Brigado!!
Queima das Fitas de Aveiro!!
Mais uma vez Nuno Bastos surpreende o público português com a "sua" Bateria da Vai Quem Quem de Estarreja.
Entram em palco com um ritmo fabuloso de samba, de seguida faz uma batucada bem ao nivel da sua Bateria, bem elaborada e boa de se ouvir. Por fim, faz um show juntamente com dois DJ´s que todo o público delirou, paradinhas bem elaboradas, swing gostoso, género Olodum.
Tive a oportunidade de tocar, pois mais uma vez recebi um convite do Nuno para integrar a Bateria Verde e Branca de Estarreja e não pude recusar, pois para além de ser uma bateria nota 10 tem pessoas maravilhosas por quem tenho muita consideração.
Valeu VQQ
Valeu Nuno pelo convite mais uma vez!
Bom ano 2010 para vocês
Força Comunidade Verde e Branco.





















